Direcção Regional de Lisboa da FNA associou-se a missão de solidariedade para Moçambique "Campanha de Livros para o Niassa".
O VALOR DO LIVRO É INSUBSTITUÍVEL
Agora que a "Campanha de Livros para o Niassa" está na sua recta final, a FNA associou-se a esta missão de solidariedade e entregou, nas mãos do Pe. Adérito Barbosa, da Associação de Leigos Voluntários Dehonianos (ALVD), cerca de um milhar de livros de diversas temáticas não-escutistas, provenientes dos excedentes da biblioteca da sede nacional.
A Direcção Regional de Lisboa ouviu falar deste projecto para Moçambique, que visa contribuir para o desenvolvimento da educação e cultura da população da província do Niassa (no nordeste, capital Lichinga), recolhendo livros em língua portuguesa para a criação de uma biblioteca na universidade e nas escolas secundárias da diocese.
O bispo de Lichinga, o religioso dehoniano italiano, D. Élio Greselin, considera o livro como o material mais precioso que pode chegar à diocese e se os estudantes ainda não têm biblioteca, é porque não têm livros.
A ALVD, é uma associação privada voluntária, autónoma, sem fins lucrativos, para o apoio humanitário e desenvolvimento comunitário em espírito de missão, numa dimensão eclesial e vinculada à Província Portuguesa dos Sacerdotes do Coração de Jesus (Dehonianos).
Tem por objectivos intervir em situações com necessidades identificadas por parceiros no terreno, através da cooperação na formação humana, cultural e social nos países em vias de desenvolvimento como se trata. Deixamos aqui os sinceros votos de sucesso para a ALDV e para a população do Niassa.
Os Coordenadores do Projeto Banco de Leite da Região de Braga FNA, estiveram na Procuradoria das Missões Claretianas dos Carvalhos, acompanhados do Secretario Internacional da FNA, para efetuarem mais uma entrega de 80 latas de leite e farinhas alimentares, recolhidas nos vários Núcleos da FNA na Região.
Bem haja aos que colaboraram nesta Campanha de ajuda alimentar às crianças de S. Tomé e Príncipe, apoiando a Caritas Diocesana e a Missão da Igreja naquelas terras africanas.
Esperamos que outras Regiões da FNA se mobilizem para dar resposta a este apelo da Diocese de S. Tomé e da Direção Nacional da FNA, que elegeu este projeto como B.A. Colectiva.
O Núcleo Cidade de Vila Real da FNA marcou presença na cerimónia de abertura e nos ‘últimos passos’ da viagem da Chama da Paz de Belém, que durante 48 horas percorreu todo o distrito de Vila Real com a particularidade de nunca ter usado qualquer meio de transporte com motor e por vezes com condições climáticas bastante adversas (num total de 22 agrupamentos) e marcou o arranque do programa comemorativo dos 90 anos de escutismo na região.
Foram mais de uma dezena de “FNA’ticos” que marcaram presença na passagem de testemunho da Chama entre os agrupamentos de São Pedro, Nossas Senhora da Conceição e Sé, bem como na cerimónia final de uma iniciativa que mobilizou mais de 1300 escuteiros.
“Esta atividade mostrou que estamos unidos quando é preciso”, explicou José Clemente Pires, Chefe responsável pela Junta Regional de Vila Real do Corpo Nacional de Escutas (CNE) que, na passagem de testemunho final de uma aventura que começou em Godim, no concelho do Peso da Régua e onde nasceu o primeiro agrupamento do distrito, e terminou na Sé, sublinhou a dedicação das crianças e jovens que participaram bem como dos chefes que organizaram e dos familiares que acompanharam.
Relativamente a FNA, de recordar que os membros do Núcleo Cidade de Vila Real também marcaram história no escutismo da região, sendo de sublinhar o longo e completo percurso de muitos no CNE e também o facto de alguns terem mesmo assumido funções de grande revelo ao longo de anos, como por exemplo de formadores regionais e chefes de agrupamento.
Convidado a participar ativamente nas várias atividades das comemorações dos 90 anos, organizadas pela Junta Regional de Vila Real e por todos os agrupamentos do distrito, o Núcleo Cidade de Vila Real exalta e congratula-se com o facto dos laços entre a FNA e o CNE na região estarem cada vez mais apertados em prol do desenvolvimento do escutismo.
O distrito foi uma das primeiras regiões do país a abraçar o escutismo, já que na altura, em 1923, Vila Real pertencia a Arquidiocese de Braga, onde nasceu o movimento.
A Diocese de Vila Real nasceu em simultâneo, já com o espírito escutista no seu seio.
Com 90 anos de existência, o escutismo manteve sempre a sua ‘chama’ bem viva na região, contanto atualmente com mais de duas mil crianças, jovens e adultos e com três Núcleos da Fraternidade Nuno Álvares (Valpaços, Mateus e Núcleo Cidade de Vila Real) que contam já com dezenas de associados.
Parabéns a todos os escuteiros que construíram estes 90 anos.

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