AEG-PORTUGAL, as três Associações em Portugal de Escutismo e Guidismo Adultos, com representação da Fraternal Escotista, Fraternidade Nuno Álvares e Associação das Antigas Guias, criou este distintivo para que em atividades feitas em conjunto possam usar.
O Banco Alimentar Contra a Fome realizou mais uma campanha de angariação de alimentos por todo o País, à semelhança de outras campanhas apelou a todos os Portugueses que colaborassem.
Apesar da crise que se faz sentir por todo o território Nacional, os Portugueses têm sabido responder com grande generosidade aos apelos do Banco Alimentar Contra a Fome.
A FNA, lançou o desafio aos seus Associados que responderam positivamente em várias partes do País.
Para além da recolha de alimentos nas superificies comerciais, sendo a parte mais visível da campanha, houve também milhares de voluntários nas salas de triagem, nas várias sedes do Banco, separando por tipo de embalagens e de artigos, acabando por depositar em armazéns devidamente condicionados.
SERVE assim a FNA, disponibilizando braços para o trabalho de voluntariado, cumprindo uma das suas finalidades "disponibilizar-se para o serviço no seio da comunidade", GRANDE ATIVIDADE DE ESCUTISMO ADULTO.
No passado dia 9 de novembro, a FNA – Região de Setúbal esteve em festa, porque foi Inaugurada a sua Sede Regional, num espaço cedido pela Câmara Municipal de Setúbal.
Esta cerimónia contou com a presença de Sua Exª. Reverendíssima D. Gilberto Délio Gonçalves Canavarro dos Reis, Bispo de Setúbal, que procedeu à bênção da Sede e ainda com os representantes da Câmara Municipal de Setúbal, Bombeiros Sapadores de Setúbal, Cáritas Diocesana de Setúbal e ainda com o representante da Fraternal dos Escoteiros de Portugal e da Direção Nacional da FNA.
Este dia foi o culminar de um sonho da Direção Regional, liderada pelo então seu Presidente António Alves e continuado pela atual Direção liderada pela Carla Soares.
Além da importância da Região de Setúbal possuir este espaço, trata-se também do reconhecimento pela Autarquia do trabalho que a FNA tem vindo a realizar nesta Região, o que foi interpretado pelas palavras do seu representante na sua breve alocução.
Também os representantes das outras entidades convidadas em breves troca de conversa, reconheceram a FNA como uma mais-valia para a sociedade, colocando-se desde logo dentro das suas possibilidades ao dispor da FNA para o que forem solicitados.
Terminou a cerimónia com um moscatel de honra e entrega de lembranças aos convidados.
Região de Setúbal está de parabéns.
A Região de Braga levou a efeito no dia 30 de novembro o 2º Curso de Gestão Administrativa e Financeira de Núcleo.
No Seminário do Verbo Divino, em Guimarães, estiveram presentes 33 associados, de 13 Núcleos.
Esta ação, organizada pelos Diretores de Formação da Região de Braga, teve originalmente a intenção de proporcionar a frequência deste Curso à restante equipa de Formadores, aos Secretários da Direção Regional, e às Direções dos Núcleos fundados em 2012, que a pedido da Direção Regional, frequentaram primeiro o Curso Elementar, na 2ª Ação de Formação realizada em 1 de Junho deste ano.
No entanto, feito o convite a todos os associados da Região que quisessem participar, muitos aderiram á ideia, mostrando o interesse que os associados de Braga têm no aprofundamento da sua vida escutista.
Sim… é possível, e os primeiros passos já foram dados.
Decorreu no passado dia 27 de Novembro, pelas 21h00, no Centro Paroquial da Igreja de Santa Maria Maior (Igreja Matriz), uma reunião preparatória de elucidação com o intuito de criar na cidade de Chaves um núcleo da Fraternidade Nuno Álvares.
Numa ação que surgiu no seguimento de contactos anteriores tidos com Dirigentes do Agrupamento 198 – Chaves e alguns antigos escuteiros, a reunião contou com a presença de alguns potenciais candidatos a Associados e com a presença de três dirigentes daquele Agrupamento, nomeadamente o Rev. Pe. Hélder (Assistente do Agrupamento), o Chefe Francisco Carvalho (Chefe de Agrupamento) o Chefe Augusto Ladeiras, bem como três elementos do Núcleo Cidade de Vila Real (os fraternos Abel Pereira, João Alvadia e Fernando Reis.
Num ambiente descontraído e com participação de todos os intervenientes, foram abordados assim aspetos importantes sobre a Associação, com especial relevância para a sua finalidade e o papel que pode e deve representar no panorama religioso, escutista (apoio ao CNE nas suas diversas vertentes e atividades próprias da FNA) e na sociedade civil (nomeadamente as ações de carácter social, ambiental e de proteção civil).
Antes do "Porto de honra" que gentilmente nos foi oferecido pelo Sr. Padre, ficou ainda estabelecido que seriam agilizados os contactos com futuros candidatos, ficando marcada já para o próximo Sábado a presença do Irmão Escuta Fernando Reis na sede do Agrupamento para, eventualmente, receber novos candidatos e esclarecer qualquer aspeto relativo à Fraternidade de Nuno Álvares e à constituição do referido Núcleo.
Ainda não há Núcleo, é certo! Mas foi evidente por parte dos presentes uma sólida vontade para que ele surja!
É o primeiro passo. Podem contar connosco!
E que Deus nos ajude a todos e nos ilumine o caminho.
O 1º encontro Nacional de Formação da AEG-PORTUGAL, teve lugar no sábado dia 23 de novembro 2013, em S. Domingos de Rana, Região de Lisboa, no Seminário da Torre d’Aguilha.
Neste encontro das três Associações em Portugal de Escutismo e Guidismo Adultos, com representação da Fraternal Escotista, Fraternidade Núno Álvares e Associação das Antigas Guias, onde estiveram cerca de 32 participantes divididos em grupos de trabalho, debatendo alguns temas mais importantes dos modulos de formação dados por responsáveis Nacionais das três Associações, sobre os temas:
AS ASSOCIAÇÕES EM PORTUGAL DE ESCUTISMO / GUIDISMO PARA A IDADE ADULTA – História, Finalidade e Estrutura.
A ISGF - Percurso, Fins e Princípios.
O COMITÉ PORTUGUÊS DE AMIZADE DE ANTIGOS ESCUTEIROS E GUIAS (AEG) - Percurso, Fins e Princípios.
ESCUTISMO / GUIDISMO PARA A IDADE ADULTA –Valores (Lei e Compromisso). Finalidades e Método, RECRUTAMENTO – Como recrutar adultos.
No final cada grupo apresentou as suas conclusões em plenário, assim como foi entreque a cada participante uma ficha de avaliação de todo o trabalho feito, para que se possa elaborar agora um documento final com as conclusões dos trabalhos.
As Direções de cada Associação agradecem a todos os participantes vindos de várias regiões, assim como a todos os que ajudaram a realizar este encontro, que trabalharam num ambiente muito agradável e de grande espírito de fraternidade.
A AEG – PORTUGAL, está de parabéns.
Onde é que estamos? Marrakech! Confuso? Admirado? Contudo foi por esta alcunha que o contingente da FNA ficou conhecido, no fim-de-semana de 16-17 de Novembro, ao participar numa jornada mais do projecto de reflorestação do CNAE.
Mas disso, falaremos mais adiante …
Já passava da meia-noite (dia 15), quando os escutas da Fraternidade, oriundos de várias regiões do país - Covilhã, Lagoa, Lisboa, Mangualde e Vila Real - se (re)encontraram no Monte Trigo, em terras de Idanha-a-Nova.
A recepção calorosa, a que já já nos habituaram, fez esquecer os quilómetros percorridos e a contrariar a temperatura que teimava em baixar.
Não havia tempo a perder, pois a alvorada estava marcada para as sete-da-matina e os mais rápidos a recolher teriam, concerteza oportunidade, de não se aperceberem da qualidade acústica do espaço de pernoita.
Enfim, os últimos aproveitariam bem a "melodiosa sinfonia" que encontraram …
Ao longo da manhã, conforme chegavam os escutas dos agrupamentos, ligados entre si pela participação no projecto Green Cork 2013 (o CNE recolheu 2037kg em rolhas), as equipas de trabalho foram sendo formadas e distribuídas aos quatro ventos, orientadas pelos fraternos com experiência das últimas campanhas.
Foram distribuídas centenas de árvores de diversas espécies autóctones e naturalizadas, comuns na região raiana que, com engenho e arte (e suor), pelas mãos de lobitos a dirigentes, foram plantadas nos socalcos e à beira dos estradões.
O almoço chegou, muito bem-vindo, através de uma equipa de cozinheiras supimpa, que se transformou numa grande confraternização e retemperou as forças para a continuação da parte da tarde.
Aproveitando a presença do novo assistente nacional do CNE, realizou-se em campo, no final da tarde (dia 16), uma retemperadora Celebração Eucarística, em ambiente de boa disposição e alegria, cuja Palavra tocou a todos, pela coincidência (ou não) de nos sentirmos envolvidos em comunidade sobre a actividade de reflorestação.
O jantar decorreu igualmente bem, talvez porque o apetite aberto pelo dia intenso, ajudou a que a satisfação fosse tão grande. Foi então, com o lavar da louça, enquanto alguns se agrupavam junto do assador com as castanhas a crepitar, que o espaço se começou a transformar... e o jogo começou!
Vindos não se sabe bem de onde, surgiram cortinas de seda que revelaram personagens que bem podiam ter saído de um conto de As Mil e uma Noites.
A música revelou Marrakech e as citaras, flautas e tambores trouxeram um ambiente diferente.
E, começaram as apresentações, todos com conversa fiada, mas para fiar, muito pouco amigos: Al Ghaspar, califa do mercado de tapetes e animador do jogo; Hari, Abdu Lah, Ali Vhai, Fatma-filha-de-Mahomed, qual deles candidato ao melhor bazar de tapetes do (jogo) mercado; e Hassan, o faz-tudo do mercado e peão do jogo.
Os visitantes do mercado de Marrakech escolheram os seus tapetes preferidos e puxaram pelos vendedores seus eleitos.
No final, com o jogo terminado, o mercado desapareceu na escuridão, tendo ficado na memória, este momento vivido em Marrakech e que afinal, todos temos dentro de nós uma faceta de vendedor de tapetes …
A noite de descanso, previa-se bem necessária para retemperar energias pois o dia seguinte iria ser bem movimentado.
Mas nem a acústica do espaço trouxe qualquer problema, embora se tenha ouvido, ao perto, sons estranhos... talvez, de Marrakech.
Após a alvorada e com pequeno-almoço tomado, lá regressamos ao trabalho do dia anterior com as mesmas equipes.
No final da manhã, pela picareta do Miguel e com mais de 1500 árvores plantadas em redor do Monte dos Lobos, o Campo de Actividades Escutistas ficou mais rico, quer em biodiversidade, que se recuperou, quer em novas amizades, que se levaram no bornal, a pensar nas próximas aventuras.
O trabalho realizado, neste misto de juventude e experiência, foi de novo enriquecedor para todos, pois o exemplo e a vontade foram claramente o que marcou nesta jornada.
Vistas bem as coisas, depois desta grande acção de serviço no CNAE, com agrupamentos do CNE e núcleos da FNA ombro-a-ombro, é caso para dizer, continuando assim, Estamos Bem.

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